Autor: Katia

Seu website tem que cara?

 

Qual o maior erro que a maioria dos websites de empresa comete?

A guerra por atenção é cada dia mais acirrada.
E custa mais aos cofres de quem investe em impulsionamento,
SEO e outras ferramentas de atração.

Por outro lado, levante a mão quem foi atraído
e se decepcionou com o que encontrou no website em questão?

E sabe a maior causa de decepção?

A linguagem altamente institucional,
pouco sedutora e que esfria
aquela conexão que um bom post na rede social criou.

O tom de voz com o qual você se identifica, num primeiro momento,
some e se transforma quando, justamente, era hora de intensificar o relacionamento.

 

Você sabia que uma linguagem institucional acende apenas duas áreas do cérebro,

enquanto que uma linguagem baseada em neurociência, storytelling

e outras técnicas comportamentais ativa 7 áreas.

 

E o que isso quer dizer?

Quanto mais áreas no cérebro ativamos, mais links ativamos,

mais conexão entre a mensagem

e a nossa memória, nossas emoções,

nosso processo de tomada de decisão.

Para muitos é hora de repensar. 

Website não é vitrine. É ponto de encontro.

Quantas empresas do mesmo setor que a sua usam frases parecidas para descrever o trabalho?

Sempre pode esfriar mais …
É quando, lá nas redes – sociais – vence o mesmo tom – institucional:
vendedor demais, factual demais.
Ninguém vive só de artigos, reportagens…

E na vida online não é diferente. 

A gente quer entretenimento, quer se sentir parte de algo, quer emoção…

Ou seja, a marca vai ser mais presente, na vida de seus clientes,
se conseguir “participar” de momentos mais diversos.
E não só da sessão de notícias.

Novamente, quando você ativa links diferentes, mais chance de ser lembrado.

E se você ativa os links da memória positiva, mais chance de ativar links de qualidade.

Falar de links, memória, neurociência parece muito distante.
Um desafio intransponível. Só que não.
Os recursos que falamos nasceram com a gente.
E foi, observando nosso comportamento, que foram nos dando a trilha para nos comunicarmos melhor.

A comunicação de massa nos levou para um abismo em que passamos a acreditar
que todos podemos receber a mesma mensagem e reagir da mesma forma.
Bom, não preciso dizer que não é verdade.
Você já deve estar farto de comprovar que não é nada assim, na vida real.

Cada um de nós tem um mix de conteúdos que acha interessante.
Vive um momento.
Busca uma solução.
Moldar seu mix ao mix de personas e perfis que efetivamente são seu cliente.
Melhor, que são clientes que vão topar a conversa e seguir com você, é ciência. Não é sorte.

Tenho certeza que se você leu até aqui é porque está pronto para essa conversa.
Que tal revisitar sua própria casa?

E repensar esse espaço para abrigar as expressões com que seus clientes, convidados, parceiros se reconhecem?

Como?

  • Fuja do institucional,
  • da linguagem abstrata,
  • de adjetivos clichês,
  • inclua cada perfil de cliente na narrativa,
  • torne a informação mais divertida,
  • a conversa mais fluida,
  • conquiste pelo pertencimento.

 

Você na vida do seu cliente.

Ele na sua vida, com foto na cômoda da sala.

Eu sempre topo um cafezinho ( mesmo virtual ). E você?

Até já!

Fundraising: cada round pede um deck

 

Principal dúvida de toda startup que atendemos aqui:

Que informações vão no deck desta fase?

 

 

Como detalhar a boa e sensata estrutura ditada por Guy Kawasaki?

Ou seja, como alinhar o conteúdo às expectativas dos fundos e investidores.

Então, no quadro abaixo, você encontra a expectativa para os primeiros rounds:

 

 

E o conteúdo mesmo, o que precisa ter?

 

 

Anotou? Tem dúvida?

Manda mensagem para a gente:

WhatsApp : 11 98670 1216

Neurociência explica porque ensaiar é fundamental

A principal resistência que encontramos em todo o processo de preparação de uma apresentação é ENSAIAR em voz alta: ” não tenho tempo”, “é chato”, “não preciso” são só as objeções principais. Mas quem já passou pela experiência sabe que faz diferença. E a explicação não vem só da psicologia, como também da neurociência.

 

 

A imagem acima mostra a diferença da atividade cerebral em situações que, no cotidiano, achamos que são muito parecidas, mas veja que interessante: quando lemos ativamos uma área, quando pensamos nas palavras outra e quando falamos outra.

Logo:

  • ler e reler pode ajudar a formar a memória, mas não necessariamente vai ajudar na sua performance
  • repassar o discurso mentalmente também pode ter efeito para memorizar, mas não garante o fluxo da fala
  • falar canaliza o que foi escrito e lido para a área do cérebro da fala.

Não importa o quanto conheça o tema, o quanto domine o roteiro, se você vai apresentar – a força virá dessa outra área do cérebro. Falar fará com que você crie as sinapses dentro dessa área e repetir, repetir e repetir fará com que essas sinapses fiquem mais fortes e sejam acionadas com mais facilidade. Em resumo, fará com que o fluxo do conteúdo aconteça de forma mais natural.

Muitas reportagens e artigos falam sobre o lado psicológico. Você já leu muitas vezes sobre o medo de se apresentar em público. E vou contar para vocês: mesmo quem diz que não sente ansiedade, sente. Mesmo quem tem muito treinamento, sente. E, mesmo quando a plateia não é tão grande assim, que é feita de gente conhecida, não é bom ficar 100% confortável. Conforto demais pode fazer com que a gente se sinta em casa… E, em casa, a gente fala coisas que na rua não cabem tão bem…

Sabe por que você improvisa? 

Ao contrário do que muita gente pratica, os ensaios em voz alta não acontecem só no final. “tudo pronto”então vamos ensaiar… Não!

Acontecem ao longo do desenvolvimento do roteiro. Primeiro rascunho pronto? Leia em voz alta. Vai perceber que faz conexões com outros conteúdos que não fez enquanto estava lendo e escrevendo.  Essas conexões que fez são relevantes mesmo para o público? Para a argumentação? Se sim, hora de voltar para a escrita e incorporar. Se não, você já passou pela primeira armadilha do improviso: aquela ideia que aparece na hora, se disfarça de insight, e nos domina a ponto de não conseguirmos descartá-la e seguir a programação inicial.

Você pode achar que ” se ela apareceu, ali na hora, pode ser importante…” Pode, mas, na maioria das vezes, não é. E, como corta o fluxo previsto, atrapalha mesmo um orador experiente. Pior: ao quebrar o ritmo,  pode tirar a força da mensagem principal – que tinha sido tão bem estruturada antes.

Por que mesmo resistimos a ensaiar?

Na maioria das vezes, relacionamos essa experiência com a oratória, técnica mais conhecida no Brasil e que pressupõe que todos precisam se comportar de determinada maneira (igual para todos) no palco. Isso faz com que muita gente pense que não consegue, “que não nasceu para isso”.

Grandes comunicadores nem sempre nasceram “para isso”. Ensaiam e muito, até achar a melhor versão deles mesmos no palco. Ensaiar é um hábito comum a todos, não é exceção. Grandes discursos são ensaiados – em voz alta – mesmo quando são lidos. Além de criar os links mentais na área correta do cérebro,  é também nesse exercício que se consegue prever a  ênfase nas palavras-chaves, no tom específico, pausas e gestos…

Perfil 1

Já estou acostumado a falar para um público parecido, em situação semelhante, e, no final, a resposta tende ao positivo. 

Em geral, encontramos essa situação no C-Level. E a ideia do ensaio é vista como desnecessária, perda de tempo. Sim, o tempo é escasso. E a oportunidade também. Mesmo em uma situação cotidiana como uma reunião entre pares da diretoria, uma reunião com colaboradores ou clientes, não percebemos, mas tem um clichê que é mais que verdade:

A OPORTUNIDADE É ÚNICA.

Quando a mensagem vai pela metade, o estrago está feito. Se você pode usar todo o impacto, por que ficar pela metade?

Steve Jobs conseguia fechar a agenda duas semanas antes de uma grande apresentação, para trabalhar no impacto que ela tinha que causar. Talvez não precise tanto, mas repassar uma vez pela manhã, uma a tarde e uma no fim do dia, é uma rotina que faz muita diferença.

Se você já conseguiu um resultado satisfatório mesmo sem ensaiar, imagina que esse exercício poderia ter elevado esse resultado ao mais que satisfatório… Não se conquista o diferente fazendo tudo igual.

Perfil 2

Domino totalmente o assunto e sei explicar o que for preciso.

Apresentar uma ideia não é dar uma aula. E não é que esse tom aparece com frequência, inclusive em pitch para clientes e investidores! Mas qual a dose certa e qual o tom mais persuasivo para um público e para outro?

Ensaiar em voz alta traz à tona filtros necessários, organiza a informação sob medida e deixa vivos os links exatos que vamos precisar na hora.

Quantas vezes você já se pegou, depois da apresentação pensando: “puxa.. podia ter explicado daquela outra maneira que funcionou tão bem da outra vez”; ” aquela informação ficou embolada e eles não prestaram a devida atenção” e assim por diante.

Perfil 3 

Vou fazer uma participação mínima. 

A participação mínima pode ser  exatamente o ponto de influência que estava faltando. Não subestime pessoas, nem situações. Ensaiar esse pouco antes, vai dar a segurança de performar o máximo que esse conteúdo permite.

Ativar a área correta do cérebro é recorrer ao que temos de mais precioso: nossa natureza. Não só pense no que vai dizer. Fale. Fale para você mesmo e, sempre que possível, para outros. São os outros que percebem se o tom está correto, se você passa insegurança, se tem palavras mais fáceis para comunicar mais claramente. 

 

 

 

Design Cognitivo: Como ajuda você a atingir seu público?

 

 

Claro que todo design é cognitivo, mas o que chamamos, então, de design cognitivo?

Design cognitivo é aquele que privilegia os elementos de formação do pensamento. Vemos no mercado muitas apresentações com slides lindos, mas que nem sempre funcionam quando se precisa alavancar a tomada de decisão. Ao contrário, distraem.

Ao usar o design cognitivo: levamos para a tela elementos que são estritamente ligados ao universo do público que se quer atingir. Nem todo mundo pensa igual, nem todo mundo se identifica com as mesmas imagens e os mesmos símbolos.

Cada público tem um blend e quanto mais fina é a sintonia entre o design e o público – mais fortes são as conexões criadas entre mensagem e call to action. O resultado visual é mais enxuto, mais simples, mais leve e mais comunicativo.

Nancy Duarte costuma dizer que se você não entende a tela em 3 segundos – que é o tempo entre alternar a atenção entre apresentador e tela – falhou na comunicação.

Mas olha esse exemplo inspirado em um deck de vendas real:

Que bagunça, né? Mudamos cores, símbolos e textos para preservar a marca. Mas, você espera mesmo que, ao projetar um slide como esse ou mandar por email, alguém consiga captar o que está sendo dito e se envolver com o conteúdo a ponto de tomar uma decisão?

Muita informação – ao mesmo tempo, não é? Confunde mais do que explica. O cérebro olha tudo isso, não entende e nem se esforça. Pula para o próximo conteúdo. Não promove empatia, persuasão, nem constrói memória.

E como o design cognitivo organiza o visual?

Duas dicas:

  1. A gente não pensa tudo de uma vez só. Desconstrua o que quer dizer em etapas e vá organizando o flow  dos slides – fazendo aparecer cada microetapa à medida que vai sendo citada na narrativa oral.
  2. Uma ideia por slide.

 

Vamos continuar nossa conversa sobre design cognitivo?

Contato@mediapool.com.br

 

 

 

 

 

Muita além da oratória

Muitas pessoas confundem as técnicas de performance com oratória. Oratória é apenas uma  DAS técnicas, mas como foi a dominante durante muitos anos, passou a encarnar todas as outras. E o que tem de diferente na Performance Imersiva, que é a técnica que nós usamos aqui na Mediapool?

Na oratória, uma técnica serve para todos, como se fosse uma verdade universal: “para alcançar as pessoas tem que gesticular dessa forma, falar nessa entonação…” Os ‘oradores’ ficam parecendo todos meio iguais e  a plateia também não é tratada nas suas particularidades.

Na performance imersiva, respeita-se as características fortes de cada um. Todos nós temos situações em que nos comunicamos melhor: tons, gestos, posturas. Detectamos esses pontos fortes e positivamos para que apareçam mais. Claro que também acrescentamos repertórios, mas, no fim, a ideia é valorizar o que cada um tem de autêntico.

A imersão acontece também em relação à plateia. Nem toda plateia é igual. E: dentro da plateia podemos ter diferentes perfis que se expressam com diferentes características.  Perfis que consomem e assimilam a mensagem de diferentes maneiras. Investir numa performance que agrade pelo “denominador comum” é perder força – diminuir o potencial de engajamento.

Para engajar 100% precisa ir até o mundo de cada um desses perfis e encontrar a conexão certa para alinhar sua mensagem. Esse exercício começa na estruturação da narrativa, mas é a performance que garante que essa narrativa se conecte.

Quantas vezes você foi em uma reunião em que o que estava sendo dito fazia muito sentido, mas, mesmo assim, você não se conectou com as ideias? É porque faltou imersão. O interlocutor agiu como um protagonista, colocando-se em primeiro plano na forma de comunicar.

Na performance imersiva, o interlocutor é um mentor. O mentor busca as referências da plateia ( palavras, exemplos, motivos) para compor sua performance, inclusive ritmo, tempo de apresentação, tom de voz… Se eu me expresso como você se expressa temos uma zona de identificação muito maior e, com isso, um potencial de engajamento também maior.

 

 

 

 

Como aquela palavrinha faz toda a diferença

 

 

A pessoa está na dúvida, ressabiada, falta ainda algum detalhe para que ela aceite o que você está dizendo.

O que será?

Pode ser realmente uma palavrinha. Uma palavrinha queria conectar e  manter o nível de atenção alto a ponto de engajar e mover pessoas em direção a uma tomada de decisão, ou seja, a uma atitude.

E, muitas vezes, essas palavras são bem mais sutis do que imaginamos. Estão embutidas na forma como falamos, naturalmente. Já contamos aqui que os linguistas dizem que a principal função da linguagem é persuadir. Por isso, palavras básicas podem ter alto potencial.

Quais?

Cientistas usaram um supercomputador e uma técnica chamada estilometria* para analisar best-sellers e livros que não fizeram sucesso e encontraram grandes diferenças entre os dois.

A pesquisa, apoiada pelo departamento de computação científica da Universidade de Stony Brook,  indicou que os livros mais bem sucedidos fazem uso mais freqüente de conjunções como “e”, “mas”, “ou” para juntar sentenças e preposições. Preposições, substantivos, pronomes, determinantes (palavras que precedem os substantivos para indicar se o substantivo é específico ou geral, por exemplo, “sua carta”), e os adjetivos também são preditivos de livros bem-sucedidos.

Livros menos sucedidos são caracterizados por uma porcentagem maior de verbos, advérbios e palavras estrangeiras. Eles também contam mais com palavras tópicas que podem ser quase clichês, como amor, locais típicos e palavras extremas e negativas

E que palavras eles separaram como destaque na pesquisa?

Você pode argumentar que essas dicas valem só para textos escritos e em inglês, mas considere que o cérebro que processa é o mesmo! E perceba que as palavras de conexão, indicadas no quadro acima, são as que nos ajudam a criar os contrastes, indicados por Nancy Duarte, como um parte do padrão de sucesso em apresentações e discursos que entraram para a história!

Mais palavras e expressões? Aqui.

*A estilometria estatística é a análise estatística de variações no estilo literário entre um escritor ou gênero e outro.

O que todos querem saber: tem dinheiro?

PERGUNTA NOVA:

Já estamos acostumados com uma lista de perguntas que vem de investidores, mas agora podemos acrescentar mais uma: Como sua empresa se comporta no cenário COVID? Mas, ao contrário do que podemos supor instantaneamente, a “curiosidade” não é exatamente por conta da pandemia em si. O interesse está em ver como o CEO vê a elasticidade do seu produto/serviço frente a diferentes cenários. Pronto para responder?

Se ainda não, vai a dica de Jordan Wahbeh, SILICON VALLEY GROUP: “Trata-se de rever o propósito, para acomodar algumas das necessidades criadas pela COVID, mas não aposte a casa nisso. Não mude completamente o negócio para esse propósito porque em poucos meses, será um procedimento padrão para todos.”, diz Jordan.

 

HEALTHCARE LIDERA OS INVESTIMENTOS?

Engana-se quem acredita que todos os fundos estão buscando só negócios ligados diretamente à pandemia. “Realmente houve um aumento no foco de Healthcare e Wellness, mas, nós na MEDA ANGELS, priorizamos empresas que apresentem uma solução que percebemos que sobrevive a mais longo prazo”, conta Elizabeth Cho-Fertikh: “Não diminuímos nossa atividade durante a pandemia, mas dissecamos mais cada oportunidade”.

INVESTIMENTOS ANGEL SUMIRAM?

Outra contribuição de Jordan Wahbed, a lembrança de que os investimentos no estágio Angel, no mundo, caíram pela metade:

  • foram USD 4 billion no Q4 e USD 2,2 billion, no Q2.   E o investimento por startup também reduziu.
  • cenário de Venture capital sofreu “menos”, como um todo, caindo “só” 27%, ao comparar a primeira metade de 2019 e à primeira metade de 2020.”

Desanimado?

Não!

Fabrice Grinda, FJ Labs, ressalta que a crise de 2009 trouxe soluções inovadoras como Uber, Airbnb… Claro que isso você já sabia, mas não custa abrir a mente. David Rose, Rose Tech Ventures, baseado nos estudos da Singularity University, é ainda mais otimista: “melhor momento para começar uma empresa. Estamos em plena ascensão da revolução tecnológica”.

 

O QUE OS INVESTIDORES BUSCAM PRIMEIRO EM UMA STARTUP?

 

Lake Dai, LDV Partners : “ A habilidade de aprender e adaptar”.

Elizabeth Cho-Fertikh:  “ Um time excelente de advisors “.

Fabrice Grinda: “CEO tem que ser um ótimo storyteller, mas também um caçador de números. Tem que ter as duas habilidades”.

David Rose busca: “Integridade. Vamos ver como trata os empregados, como tomou decisões na vida. Ouvimos até mesmo os competidores.”

Você é investidor? Qual o seu driver, na hora de decidir?  Manda pra gente! 

 

CINCO MUST DO, Por Jeff Hofman

 

  1. Ganhe a medalha de ouro: “ninguém ganha medalha de ouro em diferentes modalidades”. Você escolhe uma e treina. Escolha seu produto/serviço e aprenda a dizer não a oportunidades que não se encaixam na sua estratégia. Por 7 anos a Amazon só vendeu livros…
  2. Capital Humano: “ Investimento não é o caminho para o crescimento, talento sim”. Se não tiver um time eficiente, para onde vai o dinheiro? E mais:” você não vai escalar seu negócio até você mesmo sair do caminho. Cerque-se de pessoas mais espertas que você e saia do caminho deles”.
  3. Faça o perfil do cliente que diz SIM : “ busque aquele que compra seu negócio no segundo slide. E não o que assiste a toda a apresentação e diz que vai pensar”. Para isso, “busque o que os que compraram seu produto têm em comum”. Aposte nos que estão dispostos a arriscar. Se alguém está há 15 anos no mesmo cargo, provavelmente não vai querer arriscar tanto quanto alguém que ainda precisa mostrar serviço”.
  4. Objetivo na parede: “escreva num lugar onde todos os empregados possam ver e é isso que vai dirigir sua companhia”.
  5. Venda a mudança na vida de alguém e não um produto.

Passando pelas dicas parece que a gente já ouviu isso em algum momento. Nada de novo…

Mas: Colocamos em prática?

Conta sua experiência pra gente publicar!

E, claro que em 9 horas de evento, teve mais. Para não ocupar sem tempo todo de uma vez, vamos compartilhar depois!

 

Eu falo bem, preciso de treinamento?

 

Sim!

Toda apresentação tem um propósito claro:

  provocar uma transformação no público. 

E sair falando, nem sempre é sinônimo de persuasão.

Persuasão requer domínio total do movimento:

de onde esse público está para onde quero fazer ele chegar.

Veja só o case de Al Gore. 

Você faz um roteiro, ensaia, ajusta o roteiro, ensaia, mas nosso cérebro, por natureza, nos prega algumas peças, principalmente para quem domina a arte do improviso. Improvisar é abrir parênteses, mas às vezes abre tanto que não consegue voltar. Perde a direção.

Você chega prontinho, com o encadeamento perfeitamente estruturado, mas… Diante da plateia, começam a surgir novas ideias, pequenos comentários e conexões que não estavam no script. Elas fluem tão naturalmente… Algumas fazem até se sentir mais à vontade.  Você embarca.

 E o que acontece?

 

 

Quem aí já viu um político experiente se deixar levar e falar algo que comprometeu imediatamente sua reputação?

Esse é só uma das consequências clássicas.

A outra é comprometer diretamente a mensagem principal.

E o que essas curvinhas a mais no raciocínio proporcionam?

Distração

E distração e persuasão definitivamente não trabalham muito bem juntas…

Disciplina

Levar a atenção do público junto com você ao longo de um caminho não é simples. 

Tem técnica: minuto a minuto.

O filósofo Mário Sérgio Cortella, atualmente o palestrante mais requisitado do país, repete o mesmo roteiro a cada palestra que dá sobre o mesmo tema. Pequenas adaptações são feitas para adequar ao público, mas se você pesquisar no Youtube vai perceber essa característica. Isso faz dele uma pessoa sem imaginação? Não.

Isso faz desse talento um profissional com propósito. 

Ele sabe a mensagem que quer passar e como passar.

E, por experiência, sabe que se deixar escapar essa linha de condução do pensamento vai ter alguma consequência, mesmo que seja ‘só’ estourar o tempo.

Comece a se preparar muito antes de precisar. Enquanto você desenvolve o roteiro e o formato de apresentação, desenvolve também os truques para não se perder e ficar à deriva. E os ganchos para levar a plateia junto com você, valorizando seu raciocínio.

Nancy Duarte estima um mínimo de 36 horas para desenvolver e treinar uma apresentação de sucesso.Os TEDs de alto impacto foram repetidos ao menos 90 vezes, antes da performance no palco.

A naturalidade sem perder o foco vem com muito esforço. E as técnicas de oratória são apenas parte de um processo intenso. Falar bem é ser você na sua melhor versão e falar na linguagem do público – de cada público que quer atingir.

Mais informações sobre o processo de criação de palestras do TED, clique aqui.

ÚLTIMO DIA com as BIGs CORPORAÇÕES

VERIZON VENTURES, SANTANDER INNOVENTURES, BOEING HORIZONX, TELUS VENTURE, PEPSICO TECHNOLOGY VENTURES E SCHNEIDER ELECTRIC VENTURES, como andam os investimentos de CORPORATE VENTURES em 2020?

 

Começando pelas boas notícias: nenhuma delas diminuiu o ritmo.

Passaram os primeiros meses da pandemia ajudando na sustentação do portfólio. Apesar do impedimento de due diligence in loco, o que para indústrias que trabalham com hardware, plásticos, substâncias é uma mudança substancial de processo, continuaram a trazer novos negócios. “Estamos abertos, mas com olhos mais atentos, com o processo a distância”, ressalta Jay Crone, da Telus Venture. Santander acelerou a tese. Trouxe mais 5 startups para dentro. Relembrando: A a55, brasileira foi uma delas. Critério geral: “Como seu modelo se comporta na incerteza?”, revela Chris Gottchalk.

 

VAI VOAR?

Longa distância? A Boeing HorizonX  busca startups que estejam desenvolvendo soluções para tornar os voos  mais confortáveis, frente às exigências causadas pela PANDEMIA. De preferência soluções touchless. Alguma ideia?

 

OTIMISTA ou REALISTA?

Que tom vai guiar seu slide deck, principalmente quanto a números e projeções? Andrew Clapp, da CIG CAP, aconselha: previsão ajuda o investidor a entender onde você quer chegar e o quanto você presta atenção aos detalhes, nessas projeções. Mas afinal, jogar os números no topo do sucesso ou ser mais conservador? Bom, ele falou, falou, mas não respondeu. Das entrelinhas podemos concluir: Conservador demais pode desestimular o investidor. E ir alto demais pode mostrar um sonhador. Calibre pela cultura do fundo e da indústria.

 

O QUE FAZ VOCÊ FECHAR UM GOOD DEAL?

A resposta aqui é direta: Único fundo do painel que investe na América Latina, WIND VENTURE ( aporte na CARGO), considera: “equipe que aprende rápido, modelo escalável, fit perfeito do produto”, conta Sean Simpson, que relembra os setores em que investem: mobilidade, energia e retail.

 

CONHEÇA OS NEGOCIADORES

Excelente workshop com a simulação de uma negociação contratual na série A. Dos dois lados, advogados da McCarter & English LLP, que disponibilizaram um template com TERM SHEETS, em pdf. Quer? Só mandar email que a gente envia. Resultado da simulação? Para deixar você mais tranquilo, uma hora e não avançaram quase nada nos mesmos pontos em que sempre empacamos: percentual, exit, diluição… Bom, se sentir normal, mesmo entre os grandes, não?

 

FIRST MEETING

Vai abordar por email, as dicas são de Jun Deng, Joyance Partners:

  • capriche no título,
  • envolva na introdução,
  • muito texto nem pensar.

 

E: tente não pedir, mas oferecer um conteúdo que crie curiosidade para motivar o encontro.

 

Na segunda, liberaremos mais alguns conteúdos para complementar:

  1. VC contam como saber se você está pronto para o pitch?
  2. Healthcare e Life Sciences: para onde vamos agora?
  3. Board members: o que os fundos querem ver?

Esperamos que tenham aproveitado o resumo!

 

Quer conversar mais sobre esses temas? katiamenezes@mediapool.com.br

VENTURY SUMMIT: highlights do primeiro dia  

 

Afinal, edição digital aproxima ou afasta? Caso a caso, no Ventury Summit, da Youngstartup, a agilidade em enviar e responder perguntas foi um diferencial até mesmo para o evento, que, no mundo físico, já é conhecido por encurtar distâncias entre empreendedores e investidores.

 

QUAL O CLIMA PARA INVESTIR EM EARLY STAGES?

Resposta simples que todos os participantes do painel concordaram: slow pace, mas atuantes. Focados em oportunidades que surgem de dentro ou com aval direto do círculo de networking. Em um cenário de 12 meses, a tendência é manterem a pipeline que estão trabalhando e áreas de atuação. E, talvez mudança de cenário para um prazo até 36 meses.

Paralelamente, Union Grove continua a estudar a diversificação do portfólio, mas como dissemos: sem pressa. O que você e todo mundo daqui queria saber:  Nada específico de América Latina na conversa. O Oriente médio parece ter mais chances no momento.

Participantes: Greg Bohlen e Patrick Cairns, da Union Grove. E ainda: James Trey Hart da 50 South Capital e Lindel Eakman, Foundry Group.  

 

CHANCE EXTRA

Vários empreendedores que não se inscreveram para apresentar seus pitches, puderam fazê-lo mesmo assim, durante a sessão Pitch Elevator, com David Maltzer. O que precisa ter num pitch de 1 minuto? “Você não pode ocupar o tempo de uma pessoa e não dizer claramente o que quer dela”, diz ele. O bom e famoso call to action. E fez outro alerta: “Não inclua informações que possam causar estranhamento”.Qualquer informação que cause questionamento vai influenciar na credibilidade. Deixe essas informações para um pitch em que tenha mais tempo para explicar, aconselha.  Foco na dor que resolve e no como resolve.

 

PARA STARTUPS, TALENTO É:

Recrutar pelas skills ou pelo fit com a cultura? A gente não se livra dessa pergunta, né? Mas não custa ouvir mais uma opinião… “Depende”, defende Jill Chapman, da Inspirity. Qual a equação que define: você vai ter tempo para treinar? E sua demanda quanto a essa habilidade é imediata? Se precisa já, contrate pela habilidade, diz ela. Mas não descuide do fit com a cultura. Ou você pode resolver um problema momentaneamente e criar outro no longo prazo. Ajudou, mas não ajudou, não é? O desafio continua.

 

 

PASSO A PASSO É SEMPRE EXCELENTE

Mesmo quando a gente acha que já sabe, a gente às vezes esquece um detalhe ou outro. A BOSS CAPITAL PARTNERS, dividiu os 6 passos da THE NORTH STAR, metodologia deles com os participantes. Destaque para o item impacto: “Trabalhe problema, solução, mas trabalhe mais sobre o impacto que a solução provoca”. Tem aqui que você acha que é o impacto e tem aquilo que realmente é. Confuso? Randall LaVeau sugere mais trabalho, durante a definição de Ideal Customer Profile e Ideal Buyer Profile, para definir claramente esse valor. Invista mais tempo e mais detalhamento nessa etapa!

E, para dormir pensando: sua companhia economiza ou produz dinheiro? Em época de pouca circulação de $$, as que economizam ganham mercado.

Amanhã tem uma nova sessão e mais dicas deles. Aliás…

 

AMANHÃ O DIA COMEÇA COM:

Jeff Hoffman, co-fundador da Priceline.com. Jeff, além de premiado por suas iniciativas empreendedoras, tem outros talentos: É palestrante motivacional, autor do best-seller, produtor de filme em Hollywood e de um álbum de jazz vencedor do Grammy e produtor executivo de um programa de televisão vencedor do Emmy. Ele fala sobre? O caminho de startup a líder de mercado. E que mercado, heim? Em épocas de pandemia, como estará?

 

Até lá!

 

Katia Menezes

Founder – Mediapool/ itFits