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Seu website tem que cara?

 

Qual o maior erro que a maioria dos websites de empresa comete?

A guerra por atenção é cada dia mais acirrada.
E custa mais aos cofres de quem investe em impulsionamento,
SEO e outras ferramentas de atração.

Por outro lado, levante a mão quem foi atraído
e se decepcionou com o que encontrou no website em questão?

E sabe a maior causa de decepção?

A linguagem altamente institucional,
pouco sedutora e que esfria
aquela conexão que um bom post na rede social criou.

O tom de voz com o qual você se identifica, num primeiro momento,
some e se transforma quando, justamente, era hora de intensificar o relacionamento.

 

Você sabia que uma linguagem institucional acende apenas duas áreas do cérebro,

enquanto que uma linguagem baseada em neurociência, storytelling

e outras técnicas comportamentais ativa 7 áreas.

 

E o que isso quer dizer?

Quanto mais áreas no cérebro ativamos, mais links ativamos,

mais conexão entre a mensagem

e a nossa memória, nossas emoções,

nosso processo de tomada de decisão.

Para muitos é hora de repensar. 

Website não é vitrine. É ponto de encontro.

Quantas empresas do mesmo setor que a sua usam frases parecidas para descrever o trabalho?

Sempre pode esfriar mais …
É quando, lá nas redes – sociais – vence o mesmo tom – institucional:
vendedor demais, factual demais.
Ninguém vive só de artigos, reportagens…

E na vida online não é diferente. 

A gente quer entretenimento, quer se sentir parte de algo, quer emoção…

Ou seja, a marca vai ser mais presente, na vida de seus clientes,
se conseguir “participar” de momentos mais diversos.
E não só da sessão de notícias.

Novamente, quando você ativa links diferentes, mais chance de ser lembrado.

E se você ativa os links da memória positiva, mais chance de ativar links de qualidade.

Falar de links, memória, neurociência parece muito distante.
Um desafio intransponível. Só que não.
Os recursos que falamos nasceram com a gente.
E foi, observando nosso comportamento, que foram nos dando a trilha para nos comunicarmos melhor.

A comunicação de massa nos levou para um abismo em que passamos a acreditar
que todos podemos receber a mesma mensagem e reagir da mesma forma.
Bom, não preciso dizer que não é verdade.
Você já deve estar farto de comprovar que não é nada assim, na vida real.

Cada um de nós tem um mix de conteúdos que acha interessante.
Vive um momento.
Busca uma solução.
Moldar seu mix ao mix de personas e perfis que efetivamente são seu cliente.
Melhor, que são clientes que vão topar a conversa e seguir com você, é ciência. Não é sorte.

Tenho certeza que se você leu até aqui é porque está pronto para essa conversa.
Que tal revisitar sua própria casa?

E repensar esse espaço para abrigar as expressões com que seus clientes, convidados, parceiros se reconhecem?

Como?

  • Fuja do institucional,
  • da linguagem abstrata,
  • de adjetivos clichês,
  • inclua cada perfil de cliente na narrativa,
  • torne a informação mais divertida,
  • a conversa mais fluida,
  • conquiste pelo pertencimento.

 

Você na vida do seu cliente.

Ele na sua vida, com foto na cômoda da sala.

Eu sempre topo um cafezinho ( mesmo virtual ). E você?

Até já!

Al Gore: Do robô ao Oscar na apresentação

 

É de se esperar que um vice-presidente, um político de destaque, com uma carreira repleta de discursos e comícios, num país que começa a ensinar como se apresentar em público ainda no Ensino Médio, tenha uma performance de sucesso – que encante e mobilize.

Mas essa não era bem a fama de Al Gore, enquanto exercia o cargo de vice-presidente.Embora tenha ganho o voto popular em 2000, uma das críticas contra ele foi o seu estilo de comunicação sisudo. Alguns disseram que ele era chato, rígido. Parte dessa imagem pode ter sido por querer se apresentar num papel mais conservador. Mas a mídia desempenhou um papel importante ao destacar essa característica e fazer dela um entretenimento: ” Gore-as-a-robot”.

Com An Inconvenient Truth e a intervenção da equipe de Nancy Duarte,  a transformação foi amplamente percebida. Eleanor Clift, da Newsweek, declarou, na época do lançamento do slideshow  que ” o estilo de Gore é muito diferente da rigidez que vimos em 2000. Ele parece mais acessível”.

Depois de assistir a apresentação de Al Gore, Eric de Place, do Northwest Environment Watch, disse estar com inveja do Powerpoint e da forma de Gore apresentar: “.. engraçado e sincero, erudito e fulminante. (Onde estava esse cara?durante a campanha de 2000?) “.

Material visual e performance fizeram um casamento tão perfeito que virou filme e foi premiado com um Oscar. Em entrevista ao Presentation Zen, Nancy Duarte destaca uma atitude do líder que fez toda a diferença no resultado:

É interessante ver que Al Gore estava aprendendo constantemente de cada apresentação e refinando sua mensagem e seus visuais ao longo do caminho. Esta é uma boa lição para todos nós. Se apresentarmos frequentemente, sempre devemos procurar maneiras de ajustar nosso conteúdo ou nossos recursos visuais de suporte para melhorá-lo. Isso nem sempre significa adicionar mais; muitas vezes pode significar subtrair ou simplificar. A experiência pode ser um ótimo editor para nós, ajudando-nos a agitar nossa mensagem ao longo das semanas, meses ou anos.”

O sucesso das apresentações incentivou a produção de um documentário – ganhador do Oscar em 2016. Para os assinantes Netflix, uma boa notícia: Está disponível no catálogo.Clique aqui para assistir.

Se você sabe falar em público como as técnicas de persuasão podem te ajudar?

Comunicação é a competência mais valorizada

Quem diz isso não somos nós, até porque somos suspeitos!

Olha esse estudo, sobre  a importância da comunicação para o mercado financeiro:

  1. Veja também que curioso:
  2. Das 10 competências que o World Economic Fórum projetou como as que mais valorizadas pelo mercado de trabalho em 2020, todas dependem de uma comunicação clara em alguma parte do ciclo.

Resolução de problemas complexos: Sem uma comunicação clara, como compreender o problema e como comunicar a solução de uma forma que outros compreendam?

Pensamento Crítico: Novamente, a importância de ter em mãos de forma simples todas as informações necessárias para conectar umas com as outras e produzir novo conhecimento a partir de objeções e reflexões sobre elas.

Criatividade: Muitas ideias criativas morrem porque não são comunicadas adequadamente.

Gerenciamento de pessoas: O que acontece sem uma comunicação adequada? Gera-se conflito e não relacionamento produtivo. Conhecer o outro, empatizar e saber como persuadir positivamente é uma habilidade fundamental que depende da comunicação em sintonia.

Coordenação com os outros: Podemos repetir o que foi dito acima, não?

Inteligência Emocional: Só existe quando comunicamos criando conexões fortes e saudáveis.

Tomada de decisão e capacidade de “julgamento”: Depende diretamente de como somos levados a compreender, avaliar e optar por uma ou outra atitude. Ou seja, fruto da persuasão positiva.

Orientação ao serviço: Essa parece menos óbvia, mas como o cliente vai perceber que você é mais prestativo e atencioso se você se comunicar de uma forma inadequada com ele? Inadequada quer dizer fora  dos padrões que ele entende e está à vontade para consumir.

Negociação: Essa nem precisa dizer, né? Como negociar com sucesso.

Flexibilidade cognitiva: é a capacidade de transitar entre dois conceitos diferentes e/ou pensar simultaneamente em diferentes conceitos. O que ajuda no desenvolvimento dessa capacidade é a conexão estabelecida no contato com esse conhecimento e na forma de processar informação e vivências pessoais. Conexão e contato dependem de: Comunicação.

E quem são os executivos que falam sempre sobre essa necessidade:

Conheça o impacto da técnica na vida do ex-presidente americano Al Gore, neste post.

Outro sucesso do mundo empresarial, ninguém menos que Warren Buffet, acredita que o domínio da:

Além deles, muitos estudos estão sendo publicados que comprovam este necessidade crescente, até mesmo nas áreas de exatas. No MIT, há cursos específicos de comunicação para engenheiros, por exemplo.

Mais sobre:

Comunicação é menos oratória e mais persuasão

Falo bem, pq preciso de treinamento?

Pequenas oportunidades, grandes chances ou grandes perdas?

Tradução Completa: A estrutura secreta das grandes apresentações

Você encontra abaixo a tradução completa da apresentação de Nancy Duarte: goo.gl/8t4ZqU

0:12 É muito, muito bom estar aqui. Vocês têm o poder de mudar o mundo. Não estou dizendo isso para ser cliché. Vocês realmente têm o poder para mudar o mundo.

No fundo, dentro de vocês, cada um de vocês têm o instrumento mais poderoso conhecido pelo Homem. E isso é: Uma ideia.

00:29 Então, uma simples ideia, nascida da mente humana, pode começar um movimento de transformação. Pode ser um ponto de luz para um movimento que pode, verdadeiramente, reescrever nosso futuro.

00:39 Mas uma ideia não tem poder se ela fica dentro de você. Se você não propõe essa ideia para os outros, vai morrer com você.

Agora, talvez alguns de vocês tenham tentado transmitir sua ideia e ela não foi adotada. Foi rejeitada. E alguma outra ideia medíocre ou média foi adotada. E a única diferença entre essas duas está na forma como foi comunicada porque se você comunicar uma ideia de uma forma que ela ressoa, a mudança acontecerá. E você pode mudar o mundo.

1:07 Na minha família, nós colecionamos pôsteres vintage, da Europa. Todas as vezes que vamos a Maui, nós vamos em um negociador de lá e ele mostra esses maravilhosos grandes pôsteres. Eu adoro eles. Eles todos têm uma ideia e um visual muito claro que transmite a ideia. Eles são do tamanho de um colchão. São realmente grandes. Eles não são tão grossos quanto um colchão, mas são grandes. E o cara conta a história enquanto gira as páginas. E dessa vez eu estava rodeada por meus dois filhos e ele virou a página e este cartaz estava embaixo.  E no momento em que me inclinei para frente e disse: “Oh meu Deus, eu amo este cartaz”, meus dois filhos disseram “Ó meu Deus, mãe, é você”. E este é o cartaz.

( ri)

Veja estou agitando!

1:45 O que eu amei sobre este cartaz foi a ironia. Aqui está esta garota que está em disparada.  Entrou na batalha – como porta-bandeira – e ela está segurando essas pequenas especiarias de Suavitos, como algo tão aparentemente insignificante, embora ela esteja disposta a arriscar, você sabe, a vida e os membros para promover isso.

2:02 Então, se você quiser substituir esses pequenos Suavitos com especiarias por uma apresentação – Sim, sou eu, muito empolgada. Eu era entusiasmada com apresentações quando não era legal ser empolgada sobre apresentações. Eu realmente acho que elas têm o poder de mudar o mundo, quando se consegue comunicar efetivamente através delas. E mudar o mundo é difícil. Isso não acontecerá com apenas uma pessoa, com uma única ideia. Essa ideia tem que se espalhar, ou não será efetiva. Então, tem que sair de você e se revelar para que as pessoas possam ver. E a maneira como as ideias são transmitidas de forma mais eficaz é através de histórias.

2:38 Sabe, há milhares de anos, as gerações, analfabetas, passavam seus valores e sua cultura de geração em geração e permaneciam intactas. Então, há uma espécie de mágica na estrutura de história que faz com que, quando montada, ela possa ser assimilada e depois relembrada pela pessoa que a recebe.

2:56 Então, basicamente, uma história, causa uma reação física; seu coração pode disparar, seus olhos podem se dilatar, você poderia falar: “Oh, arrepiou toda minha coluna vertebral” ou “eu posso sentir na boca do meu estômago”. Na verdade, reagimos fisicamente quando alguém está nos contando uma história. Então, mesmo que o palco seja o mesmo, você pode contar uma história. Mas, quando é uma apresentação que acontece, ela é flat, sem emoção. E eu queria descobrir o porquê.

3.18 Por que é que nos sentamos, fisicamente, com a atenção total durante uma história, mas isso morre quando é uma apresentação. Então, eu queria descobrir, como você incorpora a história em apresentações. Então, tivemos milhares de apresentações na empresa – centenas de milhares de apresentações, na verdade. E eu conheci o contexto de uma apresentação muito ruim. Eu decidi estudar cinema e literatura, e realmente cavar e descobrir o que estava acontecendo e por que não estava funcionando.

3:42  Então, eu quero mostrar algumas das descobertas que me levaram à descoberta de um padrão de apresentação.

3:50 Então, era óbvio começar com Aristóteles, ele tinha uma estrutura de três atos, um começo, um meio e um fim. Nós estudamos poética e retórica, e muitas apresentações nem sequer têm isso em sua forma mais simples. E então, quando mudei para estudar arquétipos de heróis, pensei: “OK, o apresentador é o herói, eles estão no palco, eles são a estrela do show”. É fácil sentir, como apresentador, que você é a estrela do show. Eu percebi imediatamente, que isso realmente errado. Porque se eu tenho uma ideia, eu posso colocá-la para fora, mas se vocês não agarraram essa ideia e consideram ela como querida, a ideia não vai a lugar nenhum. E o mundo não muda. Então, na realidade, o apresentador não é o herói, a plateia é o herói da nossa ideia.

4:26 Então, se você olhar para a jornada do herói de Joseph Campbell, apenas na primeira parte, havia algumas ideias realmente interessantes lá. Então, há um herói simpático em um mundo comum, e ele recebe esse chamado para a aventura. Então, o mundo está fora de equilíbrio. E, no início, eles são resistentes. Eles são como “eu não sei se quero mergulhar nisso”. E então um mentor vem e ajudá-lo a passar de seu mundo comum para um mundo especial. E esse é o papel do apresentador. É para ser o mentor. Você não é Luke Skywalker, você é Yoda. Você é o único que ajuda o público a se mover de uma coisa para sua nova ideia especial, e esse é o poder de uma história. Então, em sua estrutura mais simples, é uma estrutura de três partes de uma história. Você tem um herói simpático que tem um desejo, eles encontram um obstáculo e, finalmente, eles emergem, se transformam e essa é a estrutura básica.

5:14 Mas não foi… Até que eu encontrei uma pirâmide de Gustav Freytag – ele desenhou essa forma em 1863. Agora, ele era um dramaturgo alemão … Ele era um dramaturgo alemão e ele acreditava que havia uma estrutura de cinco atos, que tem uma exposição, uma ação ascendente, um clímax, uma ação decadente e um desenlace, que é o desenrolar ou a resolução da história. Eu amo essa forma. Então, falamos sobre formas. Uma história tem um arco – bem, um arco é uma forma. Falamos sobre a música clássica com uma forma. Então pensei, se as apresentações tivessem uma forma, qual seria essa forma? E como os maiores comunicadores usaram essa forma, ou eles usam uma forma?

5:53  Então, eu nunca vou esquecer, foi um sábado de manhã. Depois de todo esse estudo – foi um par de anos de estudo – achei uma forma. E eu era como, “Oh, meu Deus, se essa forma for real, eu posso ser capaz de tirar duas apresentações completamente diferentes e sobrepor, e deve ser verdade”.

6:07  Então, peguei o óbvio, peguei o discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King, e tomei o discurso de lançamento do iPhone 2007 de Steve Jobs, eu o apliquei sobre a forma e funcionou. Sentei-me no meu escritório, espantada. Eu realmente chorei um pouco, porque eu era como, “eu recebi este presente”, e aqui está, essa é a forma de uma ótima apresentação. Não é incrível?

6:28 ri

6:29  Eu estava chorando. Eu quero mostrar para vocês, é muito surpreendente. Há um começo, um meio e um fim, e eu quero orientar através deles. Porque os maiores comunicadores – eu passei por discursos, tudo – eu pude sobrepor o formato. Mesmo o discurso de Gettysburg segue o formato.

6:43  No início de qualquer apresentação, você precisa estabelecer o que é. Você sabe, aqui está o status quo, aqui está o que está acontecendo. E, então, você precisa comparar isso com o que poderia ser. Você precisa fazer essa lacuna tão grande quanto possível, porque há esse lugar comum do status quo, e você precisa contrastar isso com o patamar da sua ideia. Então é como, você sabe, aqui está o passado, aqui está o presente, mas olhe para o nosso futuro. Aqui está um problema, mas veja esse problema removido. Aqui está um obstáculo, vamos aniquilar o obstáculo. Você precisa realmente amplificar essa lacuna. Isso seria como o incidente, em um filme. É quando, de repente, o público tem que lutar com o que você acabou de colocar lá: “Uau, eu quero concordar com isso e alinhar com ele ou não?” E no resto da sua apresentação dar suporte a isso.

7:27 Então, o meio vai e vai, alterna entre o que é e o que poderia ser, o que é e o que poderia ser. Porque o que você está tentando fazer é tornar o status quo e o normal não atraente, e você quer desenhá-los para o que poderia ser no futuro com sua ideia adotada.

7:42 Agora, no SEU caminho para mudar o mundo, as pessoas vão resistir. Eles não vão ficar excitados, eles podem amar o mundo como está. Então, você encontrará resistência. É por isso que você tem que se mover de um lado para o outro. É semelhante à vela. Quando você está navegando contra o vento e há resistência ao vento, você deve mover seu barco para frente e para trás, e para frente e para trás. É assim que você pode capturar o vento. Você deve realmente capturar a resistência que vem contra você quando você está navegando. Agora interessante, se você capturar o vento apenas à direita e você ajusta a sua vela apenas à direita, seu navio realmente navegará mais rápido que o próprio vento. É um fenômeno da física. Então, ao plantar lá, a maneira como eles vão resistir entre o que é e o que pode ser, na verdade, vai atraí-los para sua ideia mais rápido do que você não deve fazer.

8:22 Então, depois de ter movido para frente e para trás entre o que é e o que poderia ser, o último ponto decisivo é um chamado à ação, que cada apresentação deve ter, mas no final. Você precisa descrever o mundo como uma nova felicidade. “Esta é a utopia com a minha ideia adotada”. “É assim que o mundo vai olhar, quando nos juntamos e resolvemos esse grande problema”. Você precisa usar isso como seu final, de uma maneira muito poética e dramática. Então, curiosamente, quando terminei, fiquei tipo, “Você sabe o quê? Eu poderia usar isso como uma ferramenta de análise”.

8:51 Eu realmente transcrevo discursos, e eu realmente queria mapeá-los com essa ferramenta. Então eu quero mostrar-lhe um pouco disso hoje, e eu quero começar com as duas pessoas que fiz primeiro.

9:02 Aqui está Mr. Jobs. Mudou completamente o mundo. Mudou o mundo da computação pessoal, mudou a indústria da música e, aí ele, está a caminho de mudar a indústria de dispositivos móveis. Então, ele definitivamente mudou o mundo. E esta é a forma do lançamento do iPhone 2007, quando ele lançou o iPhone.

9:17 É uma conversa de 90 minutos e você pode ver que ele começa com o que é, atravessa de um lado para o outro e termina com o que poderia ser. Então eu quero ampliar isso: a linha branca é ele falando, ele está falando. A próxima linha de cores que você verá apareceu lá, é quando ele corta no vídeo. Então, ele está adicionando alguma variedade e ele corta para demo. Então, não é só ele falar o tempo todo. E essas linhas são representativas lá. E, em seguida, no final, você verá uma linha azul, que será o orador convidado.

9:44 Então, é aqui que fica meio interessante: cada marca de seleção aqui é quando ele os fez rir. E cada marca de seleção aqui é quando ele os fez aplaudir. Eles estão tão envolvidos fisicamente, eles estão reagindo fisicamente ao que ele está dizendo, o que é realmente fantástico, porque então você sabe que você tem o público em sua mão. Então, ele lançou o que poderia estar com “Este é um dia que eu estava ansioso por dois anos e meio”. Então ele está lançando um produto que ele já conheceu há alguns anos. Então este não é um novo produto para ele.

10:12 Mas olhe para isso, ele faz essa outra coisa: ele se maravilha. Ele se maravilha com seu próprio produto. Ele se maravilha mais do que o público ri ou aplaude. Então ele é como, “Não é incrível? Não é lindo?” Ele está moldando o público, o que ele quer que eles sintam. Então, ele realmente está fazendo um trabalho de obrigá-los a sentir uma certa maneira. Então, ele começa com o que poderia estar com: “De vez em quando, um produto revolucionário chega e muda tudo”. Então ele começa a pular e falar sobre seu novo produto.

10:40  Agora, no início, ele realmente mantém o telefone desligado. Você verá que a linha é muito branca até este ponto, então ele se desloca entre “Aqui está este novo telefone, e aqui estão os concorrentes ruins. Aqui está este novo telefone, e aqui estão os concorrentes ruins”. E então, bem aqui, ele tem o momento da estrela – e aquilo que sempre lembraremos. Ele liga o telefone. O público vê o scroll pela primeira vez, você pode ouvir o oxigênio aspirado da sala. Eles ofegaram. Você pode realmente ouvi-lo. Então ele cria um momento em que sempre será lembrado.

11:09 Então, se nos movemos ao longo deste padrão, você pode ver o azul, onde os alto-falantes externos estão indo e, na direção inferior, a linha quebra. Isso porque seu clicker falhou. Ele quer manter essa sensação de excitação. Ele conta uma história pessoal, ali mesmo, onde a tecnologia não funcionou. Então, ele é o mestre comunicador, e ele muda para a história para manter o público envolvido.

11:28 Então, na parte superior direita, ele termina com a nova felicidade. Ele os deixa com a promessa de que a Apple continuará a construir novos produtos revolucionários. E ele diz: “Há uma antiga frase de Wayne Gretzky que eu amo:” Eu patino para onde o disco  vai, não para onde foi “. Sempre tentamos fazer isso na Apple desde o início e sempre o faremos “. Então ele termina com a nova felicidade.

11:49 Então, vamos ao Sr. King. Ele era um visionário incrível, um clérigo que passou sua vida trabalhando duro pela igualdade. E essa é a forma do discurso “Eu tenho um sonho”.

11:58 Você pode ver que ele começa com o que é, move-se para trás e para frente entre o que é e o que poderia ser, e termina com uma nova bem-estar poética, que é a parte famosa que todos conhecemos. Então, eu vou espalhá-lo um pouco aqui, esticá-lo para você, e o que estou fazendo aqui é que eu coloquei a transcrição real lá, juntamente com o texto. Eu sei que você não pode lê-lo. Mas, no final de cada intervalo de linha, eu quebrei a linha, porque ele respirou fundo e ele fez uma pausa.

12:21 Agora ele era um pregador batista do sul, a maioria das pessoas não tinha ouvido isso, então ele tinha uma cadência real e um ritmo que era realmente novo para as pessoas lá. Então, eu quero encobrir essas linhas de texto com uma barra porque eu quero usar esta barra como um instrumento de informação aqui.

12:33 Então, vamos passear por como ele realmente falou com as pessoas. As barras azuis aqui estarão quando ele usou o instrumento retórico real da repetição. Então ele estava se repetindo, ele estava usando as mesmas palavras e frases, para que as pessoas pudessem lembrar e lembrá-las. Mas então ele também usou muitas metáforas e palavras visuais. Esta era uma maneira de tirar ideias muito complicadas e torná-las memoráveis e conhecidas, de modo que as pessoas as entendessem. Ele realmente criou cenas muito parecidas com suas palavras para que pudessem imaginar o que ele estava dizendo.

13:03 E então também havia muitas canções e escrituras familiares que ele usava. Este é apenas a aparência do que você está vendo. E então ele também fez muitas referências políticas de promessas que haviam sido feitas às pessoas.

13:14 Então, se olharmos para o primeiro final do que é, no final do que foi a primeira vez que as pessoas realmente bateram e reagiram muito alto. Então, o fim do que ele fez é que ele disse: ”  Em vez de honrar esse compromisso sagrado, a América entregou ao povo negro um cheque inválido devolvido com a seguinte inscrição: “Saldo insuficiente”.

Bem, todos sabem o que é não ter dinheiro em sua conta. Então ele usou a metáfora com a qual as pessoas estavam muito familiarizadas. Mas quando eles realmente atacaram, a primeira vez que eles realmente gritaram foi: “ Recusamo-nos a acreditar que não haja dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidade desse país. Então viemos para descontar esse cheque, um cheque que nos dará à vista as riquezas da liberdade e a segurança da justiça.

Foi quando eles realmente bateram palmas. Foi quando ele comparou o que é atualmente com o que poderia ser.

13:50 Então, quando nos movemos um pouco mais adiante no padrão, você verá que vai de um lado para outro a um ritmo mais frenético. E é quando ele vai para frente e para trás, e para frente e para trás. Agora, o público estava em um frenesi. Todos ficaram entusiasmados, e então você pode realmente fazer isso para mantê-los com uma sensação de excitação. Então ele diz: “Tenho um sonho de que um dia essa nação se levante e viva o significado de seu credo ” “Consideramos essas verdades como auto-evidentes que todos os homens são criados iguais.”

. Então, ele usa o pequeno texto alaranjado lá para lembrá-los da promessa que os políticos lhe fizeram ou que este país havia feito. Então ele se move de um lado para o outro: “Eu tenho um sonho que um dia, eu tenho um sonho que um dia, eu tenho um sonho que um dia”, e no final, é realmente interessante. Porque ele usa – você pode olhar para os quatro tons de verde, há muito azul lá, que foi muita repetição – ele teve uma sensação de repetição aumentada.

14:39 E o verde era uma sensação aumentada de canções e escrituras. Então, o primeiro lote de verde foi a escritura real do livro de Isaías. O segundo lote de verde foi “My Country”, Tis of Thee “. Agora, essa é uma música familiar que foi especificamente muito significativa para os negros na época, porque essa música era a música que eles escolheram para mudar as palavras como um clamor, dizendo que as promessas não tinham sido mantidas. Então, o terceiro lote de verde era realmente uma estrofe de “My Country”, Tis of Thee “. E então o quarto era um negro espiritual. “Livre, finalmente! Livre, finalmente! Graças a Deus Todo-Poderoso, estou livre finalmente!”

15:11 Então, o que ele fez é que ele realmente alcançou dentro dos corações da platéia. Ele tirou das escrituras, o que é importante. Ele puxou das músicas que eles cantaram juntos como um protesto contra essa indignação, e ele usou esses como um dispositivo para se conectar e ressoar com o público. Acabando – pintando uma imagem desta nova felicidade, usando as próprias o que tinha dentro delas e que elas já consideravam sagradas.

15:33 Então ele era um grande homem. Ele teve um sonho grande e grande. Há muitas pessoas aqui, vocês têm grandes sonhos. Você tem grandes ideias dentro de você que você precisa fazer sair. Mas você sabe o quê? Encontramos dificuldades. Não é fácil mudar o mundo; É um grande trabalho.

Você sabe que ele era – sua casa foi bombardeada, ele foi esfaqueado com um abridor de cartas, em última análise, ele perdeu sua vida, você sabe, pelo que ele se importou. Mas muitos de nós não serão obrigados a pagar esse tipo de sacrifício. Mas o que acontece é que, basicamente, é um pouco como essa estrutura básica da história. A vida pode ser assim.

16:04 Você sabe, vocês são todas pessoas amáveis, vocês têm um desejo, vocês encontram barreiras e nós paramos por aí. Nós somos como, você sabe, “eu tive essa ideia, mas não vou colocá-la lá fora. Ela será rejeitada”. Sabe, nós auto-sabotamos nossas próprias ideias, nós batemos contra os obstáculos e paramos, em vez de optar por deixar a luta nos transformar. Escolher seguir em frente e ter um sonho e torná-lo real. E você sabe, se alguém – se eu posso fazer isso, qualquer um pode fazer isso.

16:34 Eu fui criada em um ambiente afetado econômico e emocionalmente. A primeira vez que cheguei a um acampamento com minha irmã, fui abusada. Não foi a primeira vez que fui abusada, foi apenas a mais agressiva. E minha mãe e meu pai – eles se casaram três vezes.

16:48 audiência cochicha.

16:49 Sim, isso era tumultuado, e quando eles não estavam brigando, eles estavam ajudando a consolar um alcoólatra que vivia conosco, porque eles eram alcoólicos sóbrios. Então, minha mãe nos abandonou quando eu tinha dezesseis anos. E assumi o papel de cuidadora da minha casa e dos meus irmãos. E eu me casei. Conheci um homem. Me apaixonei. Fiz um ano de faculdade. Eu fiz o que toda jovem, brilhante, jovem deveria fazer – eu me casei quando eu tinha dezoito anos de idade.

17:13 E sabe de uma coisa? Eu sabia, eu sabia que nasci para mais do que isso. E em um momento da história da minha vida eu fiz uma escolha. Eu poderia deixar todas essas coisas me empurrarem para baixo e eu poderia deixar todas as minhas ideias morrerem dentro de mim. Eu poderia simplesmente dizer, você sabe, a vida é muito difícil, de mudar o mundo. É muito difícil. Mas eu escolhi uma história diferente para minha vida.

17:34 ri

17:36 Você não sabe disso? E então, eu sinto que há pessoas nesta sala – você conseguiu essas pequenas especiarias de Suavitos e você é como, “Você sabe, não é um grande negócio”. “Realmente não é o mundo inteiro que posso mudar”. Mas você sabe, você pode mudar seu mundo. Você pode mudar sua vida. Você pode mudar o mundo de que você controla, você pode mudar sua esfera. Eu quero incentivá-lo a fazer isso. Porque você sabe o quê? O futuro não é um lugar em que iremos. É um lugar que você pode criar.

18:05 Eu quero lhe agradecer. Te abençoe. Deus te abençoe.

 

 

Conecte com cada um: Um case histórico

 

 

Não interessa se você fala para duas pessoas ou para uma multidão, para ter sucesso sua mensagem precisa carregar pontos para entrar em conexão com cada um. O que faz com que sua interação se destaque é a capacidade de atingir emoção e razão. E os caminhos não são os mesmos para todos. Essa é a grande diferença entre um grande líder e um chefe, um grande político e um qualquer. Ele sabe com quem está falando. Você sabe?

Separamos um exemplo histórico, analisado pela equipe da Duarte. 

Logo após a queda da Challenger, o então presidente Ronald Reagan precisou se pronunciar à nação e de uma só vez consolar as famílias dos que morreram; mandar uma mensagem para os cidadãos americanos ou não que choravam a tragédia; tentar aliviar a dor das crianças que assistiam ao lançamento nas escolas; acalmar os funcionários da NASA que temiam o fim do programa espacial e avisar à Rússia que as pesquisas iam continuar. Esse discurso, que você encontra o vídeo aqui, tem uma linha que envolve a todos e, em diferentes momentos, se dirige a cada um.

Você consegue identificar?

Separamos os trechos para ajudar você:

“Senhoras e Senhores, planejei falar com você esta noite para informar sobre o State of Union, mas os eventos do início de hoje me levaram a mudar esses planos. Hoje é um dia de luto e lembrança. Nancy e eu sentimos uma dor profunda pela tragédia do Challenger Shuttle. Sabemos que compartilhamos essa dor com todas as pessoas do nosso país. Esta é realmente uma perda nacional.

Há dezenove anos, quase nesse dia, perdemos três astronautas em um acidente terrível no chão. Mas, nunca perdemos um astronauta em voo; nunca tivemos uma tragédia assim. E talvez esqueçamos a coragem necessária para a tripulação do ônibus; Mas eles, o “Challenger Seven”, estavam conscientes dos perigos, mas os superaram e fizeram seus trabalhos de forma brilhante. Lamentamos sete heróis: Michael Smith, Dick Scobee, Judith Resnik, Ronald McNair, Ellison Onizuka, Gregory Jarvis e Christa McAuliffe. Lamentamos sua perda como uma nação em conjunto.

Para as famílias dos sete, não podemos sentir, como vocês, o impacto total desta tragédia. Mas sentimos a perda, e estamos pensando muito em vocês. Seus entes queridos eram ousados e corajosos, e eles tinham essa graça especial, aquele espírito especial que diz: “Me dê um desafio, e eu vou encontrá-lo com alegria”. Eles tiveram fome para explorar o universo e descobrir suas verdades. Eles queriam servir, e eles fizeram. Eles nos serviram a todos.

Nós nos acostumamos a maravilhas neste século. É difícil nos deslumbrar. Mas, por vinte e cinco anos, o programa espacial dos Estados Unidos tem feito exatamente isso. Nós nos acostumamos com a idéia de espaço, e, talvez, esqueçamos que acabamos de começar. Nós ainda somos pioneiros. Eles, os membros da equipe Challenger, foram pioneiros.

E eu quero dizer algo aos alunos da América que estavam assistindo a cobertura ao vivo da decolagem do ônibus. Eu sei que é difícil de entender, mas, às vezes, coisas dolorosas assim acontecem. Tudo faz parte do processo de exploração e descoberta. Tudo faz parte de ter uma chance e expandir os horizontes do homem. O futuro não pertence aos fracos; pertence aos bravos. A equipe do Challenger estava nos levando para o futuro, e continuaremos seguindo.

Sempre tive muita fé e respeito pelo nosso programa espacial. E o que aconteceu hoje não o diminui em nada.  Não escondemos nosso programa espacial. Nós não guardamos segredos e encobrimos as coisas. Fazemos tudo abertamente e em público. Liberdade é assim, e nós não mudaríamos por um minuto. Vamos continuar nossa busca no espaço. Haverá mais voos de ônibus e mais equipes de ônibus e, sim, mais voluntários, mais civis, mais professores no espaço. Nada termina aqui; nossas esperanças e nossas jornadas continuam.

Quero acrescentar que gostaria de poder conversar com todos os homens e mulheres que trabalham para a NASA ou que trabalharam nesta missão e dizer-lhes: “Sua dedicação e profissionalismo nos moveram e impressionaram por décadas. E sabemos de sua angústia. Nós compartilhamos isso.

Há uma coincidência hoje. Neste dia, trezentos e noventa anos atrás, o grande explorador Sir Francis Drake morreu a bordo do navio ao largo da costa do Panamá. Na sua vida, as grandes fronteiras eram os oceanos, e um historiador disse mais tarde: “Ele morou pelo mar, morreu nele e foi enterrado nele.” Bem, hoje, podemos dizer da equipe Challenger: Sua dedicação foi, como Drake’s, completa. A equipe do ônibus espacial Challenger nos honrou pela maneira como eles viveram suas vidas. Nunca nos esqueceremos deles, nem a última vez que os vimos, esta manhã, enquanto eles preparavam sua jornada e acenavam adeus e “escorriam os obstinados laços da terra” para “tocar o rosto de Deus”. Obrigado.

Pequenas oportunidades, grandes chances ou grandes perdas?

Pequenas oportunidades de comunicação são perdidas ou mal aproveitadas todos os dias simplesmente pelo fato de que não são reconhecidas como atividades de comunicação… Como assim?

Recentemente um empresário desabafou comigo:

“Viemos para a reunião anual preparados para mostrar o que precisamos de nossos líderes este ano e em que patamar a empresa precisa chegar. No fim do encontro, as únicas perguntas que tivemos foram sobre plano de carreiras e salário. E não vimos nenhuma empolgação com o projeto em si”.

Preocupados com resultados e em colocar as equipes na direção certa, esses líderes esqueceram de um coeficiente fundamental da comunicação: a emoção. Não a emoção deles, mas a emoção de cada um naquela sala.

A tal da inteligência emocional passa pela arte de comunicar pelo viés do outro e não do seu. Os colaboradores, na realidade, queriam saber como a carreira deles se encaixava nesse novo cenário. O que pessoalmente cada um ia “ganhar” ao longo do caminho.Quais os critérios individuais dentro daquela proposta que estava sendo feita.

Se a comunicação tivesse sido estruturada a partir do mapeamento prévio de necessidades, desejos e oposições e estes incluídos na mensagem, o engajamento teria sido diferente.
Essas situações são mais frequentes do que se percebe.

E como entram na agenda de reuniões sistematicamente na agenda, são relegadas à rotina, com foco no problema.

Mobilizar para a resolução do problema é se colocar no sapato do outro – em todas as ocasiões.

  • Desligue o piloto automático antes da próxima reunião.
  • Analise quem vai estar presente.
  • Além do que tem a dizer, pense no que essas pessoas esperam ouvir.
  • Dependendo da situação, pode até perguntar qual a expectativa de cada um.
  • Estabelecida a interseção, escreva para não esquecer e forme seu diálogo a partir daí. Monólogos são sempre mais arriscados…

( Artigo publicado na Folha de Alphaville)

Duarte: segredo de apresentações altamente persuasivas

Não.

Não é a mesma coisa

ler um livro…

fuçar online…

do que conhecer pessoalmente o trabalho,

interagir e vivenciar o ambiente.

Principalmente, quando o estudo é sobre

o poder do presencial.

 

Éramos dezoito pessoas em sala, apenas duas da área de comunicação, uma do Brasil.  Todos os outros: executivos, principalmente das áreas de marketing e comercial, procurando melhorar suas habilidades na arte de montar uma apresentação altamente persuasiva. No caso destes, treinamento pago pela empresa, o que ressalta a importância que as empresas dão às habilidades de comunicação. Para os americanos, esse cuidado com a coesão e força das apresentações começa na escola.

O que nos levou até lá foi o mesmo objetivo que mobilizou a criadora do método:

Nancy Duarte investigou porque alguns discursos, palestras e apresentações conseguem mobilizar a plateia, mesmo depois de muito tempo.
Histórias muito diversas estão contadas no livro Ressonate.
Resumidamente:

Tudo começou porque Nancy queria

ajudar o marido que era pastor

a fazer sermões mais consistentes.

 

Mergulhou fundo e descobriu uma estrutura vencedora.

Mais: inverteu o ponto de vista.

Enquanto, em geral, empresas se preocupam mais em dar o recado à sua maneira,

Nancy mostra que partir do escaneamento total do público, seu(s) perfil(is)  traz força persuasiva para a mensagem.

De lá para cá e não de cá para lá.

Uma fórmula focada 100% no perfil do público-alvo.

 

Ela, que já possuía uma carteira de clientes no Vale do Silício por conta da sua empresa de design, achou uma nova maneira de contribuir para a comunicação:

Aceitou o desafio de fazer com que cada interação

com cada público alcançasse o máximo de persuasão.

E essa nova proposta ampliou sua atuação.

 

O “método” vem sendo usado por executivos de corporações e ONGs em todo o mundo.

Participar do treinamento, nos fez perceber o quão distante estávamos de aplicar esse instrumento poderoso aqui no Brasil e quantas oportunidades vão estavam sendo perdidas (e ainda estão) diariamente, sem nem que se percebesse.

Foram oito horas dedicadas apenas ao desenvolvimento do roteiro e mais oito para o design. Intuito desse segundo dia: eliminar a ideia de design como recurso decorativo e ressignificar como instrumento cognitivo – que acrescenta compreensão.

 

O resultado dessa imersão: voltamos para o Brasil prontos para preparar apresentações sob essa nova ótica, com metodologia ratificada por marcas, nomes e sobrenomes de sucesso conhecido.

Quer saber como essa revolução pode ser útil nos mais diferentes departamentos da sua empresa?

Como pode ser útil para decolar sua carreira de palestrante?

Vem tomar um café: katiamenezes@mediapool.com.br

Eu falo bem, preciso de treinamento?

 

Sim!

Toda apresentação tem um propósito claro:

  provocar uma transformação no público. 

E sair falando, nem sempre é sinônimo de persuasão.

Persuasão requer domínio total do movimento:

de onde esse público está para onde quero fazer ele chegar.

Veja só o case de Al Gore. 

Você faz um roteiro, ensaia, ajusta o roteiro, ensaia, mas nosso cérebro, por natureza, nos prega algumas peças, principalmente para quem domina a arte do improviso. Improvisar é abrir parênteses, mas às vezes abre tanto que não consegue voltar. Perde a direção.

Você chega prontinho, com o encadeamento perfeitamente estruturado, mas… Diante da plateia, começam a surgir novas ideias, pequenos comentários e conexões que não estavam no script. Elas fluem tão naturalmente… Algumas fazem até se sentir mais à vontade.  Você embarca.

 E o que acontece?

 

 

Quem aí já viu um político experiente se deixar levar e falar algo que comprometeu imediatamente sua reputação?

Esse é só uma das consequências clássicas.

A outra é comprometer diretamente a mensagem principal.

E o que essas curvinhas a mais no raciocínio proporcionam?

Distração

E distração e persuasão definitivamente não trabalham muito bem juntas…

Disciplina

Levar a atenção do público junto com você ao longo de um caminho não é simples. 

Tem técnica: minuto a minuto.

O filósofo Mário Sérgio Cortella, atualmente o palestrante mais requisitado do país, repete o mesmo roteiro a cada palestra que dá sobre o mesmo tema. Pequenas adaptações são feitas para adequar ao público, mas se você pesquisar no Youtube vai perceber essa característica. Isso faz dele uma pessoa sem imaginação? Não.

Isso faz desse talento um profissional com propósito. 

Ele sabe a mensagem que quer passar e como passar.

E, por experiência, sabe que se deixar escapar essa linha de condução do pensamento vai ter alguma consequência, mesmo que seja ‘só’ estourar o tempo.

Comece a se preparar muito antes de precisar. Enquanto você desenvolve o roteiro e o formato de apresentação, desenvolve também os truques para não se perder e ficar à deriva. E os ganchos para levar a plateia junto com você, valorizando seu raciocínio.

Nancy Duarte estima um mínimo de 36 horas para desenvolver e treinar uma apresentação de sucesso.Os TEDs de alto impacto foram repetidos ao menos 90 vezes, antes da performance no palco.

A naturalidade sem perder o foco vem com muito esforço. E as técnicas de oratória são apenas parte de um processo intenso. Falar bem é ser você na sua melhor versão e falar na linguagem do público – de cada público que quer atingir.

Mais informações sobre o processo de criação de palestras do TED, clique aqui.