Categoria: conexão

Seu website tem que cara?

 

Qual o maior erro que a maioria dos websites de empresa comete?

A guerra por atenção é cada dia mais acirrada.
E custa mais aos cofres de quem investe em impulsionamento,
SEO e outras ferramentas de atração.

Por outro lado, levante a mão quem foi atraído
e se decepcionou com o que encontrou no website em questão?

E sabe a maior causa de decepção?

A linguagem altamente institucional,
pouco sedutora e que esfria
aquela conexão que um bom post na rede social criou.

O tom de voz com o qual você se identifica, num primeiro momento,
some e se transforma quando, justamente, era hora de intensificar o relacionamento.

 

Você sabia que uma linguagem institucional acende apenas duas áreas do cérebro,

enquanto que uma linguagem baseada em neurociência, storytelling

e outras técnicas comportamentais ativa 7 áreas.

 

E o que isso quer dizer?

Quanto mais áreas no cérebro ativamos, mais links ativamos,

mais conexão entre a mensagem

e a nossa memória, nossas emoções,

nosso processo de tomada de decisão.

Para muitos é hora de repensar. 

Website não é vitrine. É ponto de encontro.

Quantas empresas do mesmo setor que a sua usam frases parecidas para descrever o trabalho?

Sempre pode esfriar mais …
É quando, lá nas redes – sociais – vence o mesmo tom – institucional:
vendedor demais, factual demais.
Ninguém vive só de artigos, reportagens…

E na vida online não é diferente. 

A gente quer entretenimento, quer se sentir parte de algo, quer emoção…

Ou seja, a marca vai ser mais presente, na vida de seus clientes,
se conseguir “participar” de momentos mais diversos.
E não só da sessão de notícias.

Novamente, quando você ativa links diferentes, mais chance de ser lembrado.

E se você ativa os links da memória positiva, mais chance de ativar links de qualidade.

Falar de links, memória, neurociência parece muito distante.
Um desafio intransponível. Só que não.
Os recursos que falamos nasceram com a gente.
E foi, observando nosso comportamento, que foram nos dando a trilha para nos comunicarmos melhor.

A comunicação de massa nos levou para um abismo em que passamos a acreditar
que todos podemos receber a mesma mensagem e reagir da mesma forma.
Bom, não preciso dizer que não é verdade.
Você já deve estar farto de comprovar que não é nada assim, na vida real.

Cada um de nós tem um mix de conteúdos que acha interessante.
Vive um momento.
Busca uma solução.
Moldar seu mix ao mix de personas e perfis que efetivamente são seu cliente.
Melhor, que são clientes que vão topar a conversa e seguir com você, é ciência. Não é sorte.

Tenho certeza que se você leu até aqui é porque está pronto para essa conversa.
Que tal revisitar sua própria casa?

E repensar esse espaço para abrigar as expressões com que seus clientes, convidados, parceiros se reconhecem?

Como?

  • Fuja do institucional,
  • da linguagem abstrata,
  • de adjetivos clichês,
  • inclua cada perfil de cliente na narrativa,
  • torne a informação mais divertida,
  • a conversa mais fluida,
  • conquiste pelo pertencimento.

 

Você na vida do seu cliente.

Ele na sua vida, com foto na cômoda da sala.

Eu sempre topo um cafezinho ( mesmo virtual ). E você?

Até já!

Como aquela palavrinha faz toda a diferença

 

 

A pessoa está na dúvida, ressabiada, falta ainda algum detalhe para que ela aceite o que você está dizendo.

O que será?

Pode ser realmente uma palavrinha. Uma palavrinha queria conectar e  manter o nível de atenção alto a ponto de engajar e mover pessoas em direção a uma tomada de decisão, ou seja, a uma atitude.

E, muitas vezes, essas palavras são bem mais sutis do que imaginamos. Estão embutidas na forma como falamos, naturalmente. Já contamos aqui que os linguistas dizem que a principal função da linguagem é persuadir. Por isso, palavras básicas podem ter alto potencial.

Quais?

Cientistas usaram um supercomputador e uma técnica chamada estilometria* para analisar best-sellers e livros que não fizeram sucesso e encontraram grandes diferenças entre os dois.

A pesquisa, apoiada pelo departamento de computação científica da Universidade de Stony Brook,  indicou que os livros mais bem sucedidos fazem uso mais freqüente de conjunções como “e”, “mas”, “ou” para juntar sentenças e preposições. Preposições, substantivos, pronomes, determinantes (palavras que precedem os substantivos para indicar se o substantivo é específico ou geral, por exemplo, “sua carta”), e os adjetivos também são preditivos de livros bem-sucedidos.

Livros menos sucedidos são caracterizados por uma porcentagem maior de verbos, advérbios e palavras estrangeiras. Eles também contam mais com palavras tópicas que podem ser quase clichês, como amor, locais típicos e palavras extremas e negativas

E que palavras eles separaram como destaque na pesquisa?

Você pode argumentar que essas dicas valem só para textos escritos e em inglês, mas considere que o cérebro que processa é o mesmo! E perceba que as palavras de conexão, indicadas no quadro acima, são as que nos ajudam a criar os contrastes, indicados por Nancy Duarte, como um parte do padrão de sucesso em apresentações e discursos que entraram para a história!

Mais palavras e expressões? Aqui.

*A estilometria estatística é a análise estatística de variações no estilo literário entre um escritor ou gênero e outro.

Conteúdo sem qualidade não move ninguém

 

Quantas vezes você já se amaldiçoou por ter desperdiçado tempo ao entrar num blog ou newsletter que te oferecia a mesma informação que já tinha lido em outros lugares, disfarçadinha de exclusiva? Você não está só.

E não é coincidência. Apoiados na teoria do funil, as máquinas de conteúdo, empresas que vendem pacotes de texto em volumes, oferecem aos clientes corporativos peças supostamente focadas na fase da “descoberta”e “interesse”.

Na prática, empacotam o básico do básico sobre um determinado assunto, com um call to action para o perfil, denominador comum, daquele público. Pesquisam nas fontes online mais conhecidas (que o leitor menos fugaz já leu) e adequam ao que acreditam ser o contexto demandado. Não estamos mais na era do denominador comum. Falar para todos, em persuasão, é falar para ninguém. Carece de reciprocidade e afeição, dois princípios fundamentais.

Peraí, verdade seja dita, essas locomotivas de conteúdo fazem uma reunião inaugural com o cliente para traçar as tais personas…

Mas, se a própria empresa não possui um retrato detalhado de cada extrato do seu público-alvo, a anamnese, feita por este consultor pré-moldado, vai levá-lo para … O denominador comum.

No estágio seguinte de produção, o redator quarteirizado – que escreve por baciada – vai seguir o rumo mais fácil. Com contatos breves com você, cliente, esse profissional, em geral ainda júnior, não se apronfunda o suficiente para captar únicas da sua empresa para essa peça de relacionamento com consumidor.

Esse modelo, apesar de se embasar nas palavras-chave do SEO, não é marketing de conteúdo. Não é porque não é persuasivo. Não estabelece conexão. Se é mais do mesmo, não é um trabalho de marca. E não leva à próxima etapa do funil, na qual, supostamente, se passa da “descoberta”para a “consideração” e “intenção”.

Simples: se a vitrine não tem a minha cara por que eu vou voltar? Contar com uma segunda visita para mostrar o que tem de bom para cada um, é dar tiro no pé. É um unsubscribe na sua newsletter. É um deixar de seguir na sua rede social.

Solução tem, mas não tem mágica.

Sabe aqueles sites de notícias em que você entra, tem um ou dois parágrafos com as informações principais e uma aba que diz: quer ler mais sobre o assunto clique aqui? Essa estrutura vai te dando camadas de informação. Ou seja, trabalha a retenção.

Você já está lá, então, por que não aproveitar sua curiosidade?

Você tem todas as camadas do tal funil, numa tacada só.

Experimenta e conta pra gente qual foi o resultado! contato@mediapool.com.br

 

Muita além da oratória

Muitas pessoas confundem as técnicas de performance com oratória. Oratória é apenas uma  DAS técnicas, mas como foi a dominante durante muitos anos, passou a encarnar todas as outras. E o que tem de diferente na Performance Imersiva, que é a técnica que nós usamos aqui na Mediapool?

Na oratória, uma técnica serve para todos, como se fosse uma verdade universal: “para alcançar as pessoas tem que gesticular dessa forma, falar nessa entonação…” Os ‘oradores’ ficam parecendo todos meio iguais e  a plateia também não é tratada nas suas particularidades.

Na performance imersiva, respeita-se as características fortes de cada um. Todos nós temos situações em que nos comunicamos melhor: tons, gestos, posturas. Detectamos esses pontos fortes e positivamos para que apareçam mais. Claro que também acrescentamos repertórios, mas, no fim, a ideia é valorizar o que cada um tem de autêntico.

A imersão acontece também em relação à plateia. Nem toda plateia é igual. E: dentro da plateia podemos ter diferentes perfis que se expressam com diferentes características.  Perfis que consomem e assimilam a mensagem de diferentes maneiras. Investir numa performance que agrade pelo “denominador comum” é perder força – diminuir o potencial de engajamento.

Para engajar 100% precisa ir até o mundo de cada um desses perfis e encontrar a conexão certa para alinhar sua mensagem. Esse exercício começa na estruturação da narrativa, mas é a performance que garante que essa narrativa se conecte.

Quantas vezes você foi em uma reunião em que o que estava sendo dito fazia muito sentido, mas, mesmo assim, você não se conectou com as ideias? É porque faltou imersão. O interlocutor agiu como um protagonista, colocando-se em primeiro plano na forma de comunicar.

Na performance imersiva, o interlocutor é um mentor. O mentor busca as referências da plateia ( palavras, exemplos, motivos) para compor sua performance, inclusive ritmo, tempo de apresentação, tom de voz… Se eu me expresso como você se expressa temos uma zona de identificação muito maior e, com isso, um potencial de engajamento também maior.