Categoria: foco

Fundraising: cada round pede um deck

 

Principal dúvida de toda startup que atendemos aqui:

Que informações vão no deck desta fase?

 

 

Como detalhar a boa e sensata estrutura ditada por Guy Kawasaki?

Ou seja, como alinhar o conteúdo às expectativas dos fundos e investidores.

Então, no quadro abaixo, você encontra a expectativa para os primeiros rounds:

 

 

E o conteúdo mesmo, o que precisa ter?

 

 

Anotou? Tem dúvida?

Manda mensagem para a gente:

WhatsApp : 11 98670 1216

Ciclos de atenção: crie segundo a segundo


Menos de 9 segundos.  Esse é o tempo que os pesquisadores americanos chegaram à conclusão que dura a atenção de uma pessoa.

Por isso, o começo de uma interação é fundamental. Se você não aproveitar esse tempo para impactar, depois fica quase impossível.

E quanto dura esses 9 segundos?

Exatamente o tamanho do parágrafo acima + a foto que veio antes do texto, lendo ou falando. Ou seja, escrevendo ou em uma interação, esse é o momento da conquista. Mas não é só esse. São muitos ao longo do caminho.

Até o momento, a maneira mais completa que encontramos para definir como construir os ciclos de atenção para interações vem da metodologia de Nancy Duarte. Ela pesquisou durante três anos porque alguns discursos que entraram para a História conseguiam reter e persuadir pessoas a se engajarem em causas e em marcas.

Ela chegou a um padrão comum: todos trabalhavam dentro de uma estrutura de alternância e contraste.

 

Sabe aquela apresentação chata pra caramba? Então, falta isso.

A maioria das nossas interações, principalmente quando estão no formato de apresentação, são lineares: frequentemente, uma sucessão de fatos e conexões que, em geral, estão mais na cabeça de quem está apresentando do que na da plateia.

Essas idas e vindas, proposta por ela, dão certo porque mantém o cérebro funcionando. Podem ser bem rapidinhas ou um pouco mais espaçadas e não tem quantidade certa. Quanto menos tempo as viradas duram mais você garante a atenção porque ninguém quer mesmo perder o fio da meada, né? Essa técnica também é uma ótima maneira de trabalhar as objeções. Aprender a pensar dentro dessa estrutura ajuda também a ser mais vendedor.

Outra contribuição do estudo de Nancy é quanto à estruturação de começo, meio e fim. Serve para apresentação e para pitch também. No começo, você precisa apresentar o problema. Só depois de bem explicado apresente sua ideia. Quanto maior for a distância entre a realidade e a sua  proposta, maior a resposta ao estímulo. Você trabalha o que é, com informações que todos concordam que fazem sentido. Não precisa se alongar muito… E abre uma frestinha da sua ideia, de forma a gerar curiosidade. A ideia é que quem está na escuta se pergunte internamente: Como assim?

Por isso, logo na sequência, você vai preparar o momento em que chama para cada segmento do público para te acompanhar até o final. Você tem que persuadir cada um a te seguir até a conclusão.

 E como faz isso? Provocando. Dentro desse universo que você vai abordar: O que os deixa desconfortáveis na posição em que estão? O que você propõe como novo status para o problema? Vocês querem que eles se movam de que situação para que outra? Que sentimento eles têm e qual que você quer que eles tenham no final? Olha o que Nancy sugere:

 

Feito isso, vamos para a parte seguinte da apresentação, que é quando você vai trabalhar mais o fluxo dos contrastes: o que é? E o que pode ser? Trabalhe criando tensão e entrega, mostrando como pode ser diferente com argumentos que tenham relação direta com o mundo de cada segmento do seu público.

Se for uma reunião com a diretoria, por exemplo, pense no perfil de cada um: nas razões que o atrairiam e nas objeções. Não entregue o jogo todo ainda! Uma boa tática é colocar uma dose de mistério.

Finalmente o call to action. Grande parte das interações não tem um call to action claro no final. Sabe aquela sensação: ah! Vi uma palestra tão legal, mas não entendi como vou colocar em prática… Então, é isso. Cada perfil de público responde a um tipo de call to action e se você quer que todos se mexam, vai ter que falar com cada um. Esse é um momento forte de atenção e mobilização.

Peraí que falta só uma coisinha: termine com um tom inspirador. Lembre-se que a primeira coisa que a gente lembra são as últimas que a gente ouviu. Logo, esse segmento final muitas vezes merece um resumindo, antes do call to action.

Última dica: quando for ensaiar, peça para alguém fazer marcas de 30 em 30 segundos. Veja se a parte da palestra que cai sobre esse tempo é forte o suficiente para manter a conexão entre você e quem está te ouvindo.

Quer colocar isso em prática?

Mande email para contato@mediapool.com.br

Vamos achar uma solução que cabe no seu tempo e no seu bolso!