Design Cognitivo: Como ajuda você a atingir seu público?

jun 15, 2020 Neurociência

 

 

Claro que todo design é cognitivo, mas o que chamamos, então, de design cognitivo?

Design cognitivo é aquele que privilegia os elementos de formação do pensamento. Vemos no mercado muitas apresentações com slides lindos, mas que nem sempre funcionam quando se precisa alavancar a tomada de decisão. Ao contrário, distraem.

Ao usar o design cognitivo: levamos para a tela elementos que são estritamente ligados ao universo do público que se quer atingir. Nem todo mundo pensa igual, nem todo mundo se identifica com as mesmas imagens e os mesmos símbolos.

Cada público tem um blend e quanto mais fina é a sintonia entre o design e o público – mais fortes são as conexões criadas entre mensagem e call to action. O resultado visual é mais enxuto, mais simples, mais leve e mais comunicativo.

Nancy Duarte costuma dizer que se você não entende a tela em 3 segundos – que é o tempo entre alternar a atenção entre apresentador e tela – falhou na comunicação.

Mas olha esse exemplo inspirado em um deck de vendas real:

Que bagunça, né? Mudamos cores, símbolos e textos para preservar a marca. Mas, você espera mesmo que, ao projetar um slide como esse ou mandar por email, alguém consiga captar o que está sendo dito e se envolver com o conteúdo a ponto de tomar uma decisão?

Muita informação – ao mesmo tempo, não é? Confunde mais do que explica. O cérebro olha tudo isso, não entende e nem se esforça. Pula para o próximo conteúdo. Não promove empatia, persuasão, nem constrói memória.

E como o design cognitivo organiza o visual?

Duas dicas:

  1. A gente não pensa tudo de uma vez só. Desconstrua o que quer dizer em etapas e vá organizando o flow  dos slides – fazendo aparecer cada microetapa à medida que vai sendo citada na narrativa oral.
  2. Uma ideia por slide.

 

Vamos continuar nossa conversa sobre design cognitivo?

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Por Katia