Conteúdo sem qualidade não move ninguém

jun 11, 2017 conexão

 

Quantas vezes você já se amaldiçoou por ter desperdiçado tempo ao entrar num blog ou newsletter que te oferecia a mesma informação que já tinha lido em outros lugares, disfarçadinha de exclusiva? Você não está só.

E não é coincidência. Apoiados na teoria do funil, as máquinas de conteúdo, empresas que vendem pacotes de texto em volumes, oferecem aos clientes corporativos peças supostamente focadas na fase da “descoberta”e “interesse”.

Na prática, empacotam o básico do básico sobre um determinado assunto, com um call to action para o perfil, denominador comum, daquele público. Pesquisam nas fontes online mais conhecidas (que o leitor menos fugaz já leu) e adequam ao que acreditam ser o contexto demandado. Não estamos mais na era do denominador comum. Falar para todos, em persuasão, é falar para ninguém. Carece de reciprocidade e afeição, dois princípios fundamentais.

Peraí, verdade seja dita, essas locomotivas de conteúdo fazem uma reunião inaugural com o cliente para traçar as tais personas…

Mas, se a própria empresa não possui um retrato detalhado de cada extrato do seu público-alvo, a anamnese, feita por este consultor pré-moldado, vai levá-lo para … O denominador comum.

No estágio seguinte de produção, o redator quarteirizado – que escreve por baciada – vai seguir o rumo mais fácil. Com contatos breves com você, cliente, esse profissional, em geral ainda júnior, não se apronfunda o suficiente para captar únicas da sua empresa para essa peça de relacionamento com consumidor.

Esse modelo, apesar de se embasar nas palavras-chave do SEO, não é marketing de conteúdo. Não é porque não é persuasivo. Não estabelece conexão. Se é mais do mesmo, não é um trabalho de marca. E não leva à próxima etapa do funil, na qual, supostamente, se passa da “descoberta”para a “consideração” e “intenção”.

Simples: se a vitrine não tem a minha cara por que eu vou voltar? Contar com uma segunda visita para mostrar o que tem de bom para cada um, é dar tiro no pé. É um unsubscribe na sua newsletter. É um deixar de seguir na sua rede social.

Solução tem, mas não tem mágica.

Sabe aqueles sites de notícias em que você entra, tem um ou dois parágrafos com as informações principais e uma aba que diz: quer ler mais sobre o assunto clique aqui? Essa estrutura vai te dando camadas de informação. Ou seja, trabalha a retenção.

Você já está lá, então, por que não aproveitar sua curiosidade?

Você tem todas as camadas do tal funil, numa tacada só.

Experimenta e conta pra gente qual foi o resultado! contato@mediapool.com.br

 

Por Katia